ICSH

Investigación en Ciencias Sociales y Humanidades

La lengua del imperio (y II)

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La profesora Maria das Vitórias Negreiros do Amaral se ha dirigido a la Red de Investigadores sobre Identidades Nacionales para agradecer la publicación de la anterior entrada. Y lo hace en un breve escrito cargado también de sentido común y de lucidez.

Reproducimos ese breve texto que hacemos preceder de una síntesis biográfica de su autora, profesora en la Universidad de Pernambuco (Brasil), que pronto se incorporará como miembro a RIIN.

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Pós-Doutora em Arte/educação e Feminismo pelo Instituto de Investigaciones Feministas de la Universidad Complutense de Madrid (2012). Doutora em artes pela Universidade de São Paulo (2005). Mestre em Antropologia pela Universidade Federal de Pernambuco (2000). Graduada em Educação Artística pela Universidade Federal de Pernambuco (1987). Atualmente é pesquisadora – Universidad Complutense de Madrid e professora adjunto e coordenadora do curso de Artes Visuais, da Universidade Federal de Pernambuco. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em arte/educação, atuando principalmente nos seguintes temas: arte/educação, gênero, cultura, educação e antropologia do imaginário. Foi Presidente eleita da Federação de Arte/educadores do Brasil (FAEB) (2013-2015), da International Society of Education through Arts (InSEA) e da National Art Education Association (NAEA).

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Agradeço enormemente o seu interesse por minha preocupação e por sua publicação, pois é uma questão séria de poder que nós devemos ter cuidado. Nessas relações de poder, podemos observar no macro e no micro como, até mesmo, os países da Penísula Ibérica em relação aos demais países da Europa. Portugal e Espanha, dois países de grandes navegadores e colonizadores, muitas vezes não se sentem parte da Europa. Temos que pensar em congressos em que se abra não só para as questões de gênero como tantas outras, muito importantes, mas ouvir os povos em suas línguas. Devemos refletir que é pela língua que se domina um povo. Foi assim nas Américas e nas Áfricas. Devemos escutar as línguas dos outros, respeitá-las e olhar para esses povos em situação de igualdade.

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