ICSH

Investigación en Ciencias Sociales y Humanidades

La lengua del imperio

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ingles

Una colega de habla portuguesa ha escrito una interesante reflexión en torno a la convocatoria del congreso Keep It Simple, Make It Fast! Gender, differences, identities and DIY cultures (KISMIF Conference 2018), que se desarrollará en Oporto, el próximo mes de julio:

Prezados companheiros e prezados companheiras,

É uma pena que falemos tanto em respeito às diferenças, às identidades, etc. mas a língua utilizada nas palestras e em todos os textos escritos, desse congresso, seja o inglês, mesmo sendo em Portugal, onde se fala português. Gostaria muito de ver um dia, cada um falando na sua língua, aí sim direi: respeitamos as diferenças e as identidades de cada país ou de cada povo. Para mim é contraditório, em um congresso que se trata de respeito às diferenças de gênero, a língua seja normatividade, como se todos tivessem a obrigação de falar inglês? Quando sabemos que essa também é uma relação de poder econômico e entre colonizador x colonizados.

N. B.:

Los comentarios de nuestra colega no tienen desperdicio, y constituyen una invitación para recapacitar en torno a esa idolatría que se rinde al idioma inglés, en flagrante desprecio de otras muchas tradiciones lingüísticas, de extraordinaria valía y personalidad, como sería el caso de la lengua portuguesa.

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